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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Respeito é bom. Nós gostamos, praticamos e exigimos!!!

O povo da cidade de Santos Dumont tem que ser respeitado, tem que ser valorizado, tem que ser colocado em primeiro plano.

Em 30/12/2010, publicamos "Terra do mais ou menos": "Um outro pequeno detalhe e grande no absurdo: no espaço aéreo da garagem da sede da Prefeitura, o Palácio Alberto Santos Dumont, um prédio tombado pelo Patrimônio Público, foi construída uma chaminé para atender às necessidades de particulares, que necessitavam alugar um imóvel para abrir a sua empresa.

A empresa foi aberta, a "Casa do Pastel" e, após ter conseguido a benesse de ter a sua chaminé jogando a fumaça na Prefeitura, ainda tem o direito de expor suas cadeiras e mesas durante todo o dia no passeio público, porque o imóvel locado não suporta a quantidade do mobiliário e, à noite, pode usar e abusar, esparramando tudo por onde quiser."

Em 05/07/2011, um Anônimo postou no Espaço do Cidadão: " Gostaria de saber o que devo fazer caso esteja guiando um deficente físico em uma cadeira de rodas quando estiver passando naquele trecho entre a Igreja Universal e Prefeitura no horário em que "cidadãos" estiverem sentados em suas cadeiras ao longo daquele passeio tomando sua cervejinha?

Faço essa pergunta pq destesto incomodar as pessoas em um momento de lazer.

Alguém aí poderia me dar uma dica?"

Ontem, 21/01/2012, Farra das Mesas nos Passeios, também no Espaço do Cidadão: "Aí Possante tá precisando chamar a atenção das autoridades para a farra das mesas e cadeiras nos passeio da Igreja Matriz e na Avenida Getúlio Vargas.

Mesas e cadeiras impedem a utilização dos mesmos, o transeunte tem que usar a rua colocando a sua vida em perigo.

Falta o código de conduta na cidade ou coragem de colocá-lo em prática?

Temos que ficar atentos e não deixar de lutar pela nossa liberdade de ir e vir nos passeios e no Calçadão de nossa cidade. O passeio é público e não pode ser utilizado por alguns em detrimento de muitos. O financiador das obras do Calçadão e do passeio da Prefeitura é o povo e ele tem o direito de utilizar livremente aquilo que financia.

Agora, outro passeio está sendo "ocupado" e, mais uma vez, prejudicando o pedestre: na Praça Cesário Alvim e ao lado da Matriz de São Miguel. Se não ficarmos espertos e providências urgentes não forem tomadas, poderão começar a fechar as ruas.

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Aproveitando que a 2ª foto mostrou, providências também devem ser tomadas na parte que se refere ao estacionamento na rampa em frente à Matriz, onde está sendo colocado o Pula-Pula. O local, que é PÚBLICO, está se transformando em um estacionamento privativo. Falta placa de sinalização, bom senso ou as correntes para impedir a passagem dos veículos terão que ser recolocadas?

Sabemos que a Prefeitura está notificando os proprietários de bares e que estes, não estão atendendo as determinações.

Será este um problema sem solução? Acreditamos que não!

Os comerciantes que não mantiverem o seu comércio dentro dos limites que o imóvel comporta, poderão ter duas opções:

1ª - Obedecer as determinações da Prefeitura
2ª - Ter o seu comércio fechado com a CASSAÇÃO DO ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO.

7 comentários:

  1. KD O CÓDIGO DE POSTURA DO MUNICÍPIO ? KD A FISCALIZAÇÃO ? ISSO JÁ ESTÁ VIRANDO FARRA !!!!

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  2. Em S Dumont não fiscalização de nada, nós vivemos em uma cidade sem lei, as calçadas são de propriedade das casas e etc e o bom senso não impera aqui, alem das calçadas moradores estendem suas rampas de garagem até onde querem, em outras cidades isto gera multa. Fico triste com as pessoas desta cidade, por tudo isto e muitas outras coisas vejo que em breve vou seguir o caminho de muitos que se mudaram, ja perdi o "tesão" de viver nesta cidade.

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  3. luiz Antônio de JF24 de janeiro de 2012 22:15

    Para quem leu no site da TV Panorama(Megaminas.com), em Juiz de fora a coisa ta pegando. "Para ficar dentro da lei, é preciso pagar uma taxa para a Prefeitura, conseguir uma licença com o número máximo de mesas e cadeiras, sempre respeitando o limite máximo de ocupação. Afinal, o pedestre tem que ter espaço para passar. Mais precisamente 1,50m, ou então abrigar num recuo, que faz parte do prédio, e nem configura o uso de espaço público. Quem descumpre a lei pode pagar uma multa de R$1.300. As permissões são renovadas a cada ano e podem ser canceladas a qualquer momento, desde que configure desrespeito a lei. Com todo esse rigor, os comerciantes temem a tradição da cidade fique prejudicada".

    Este problema não é so aí em Santos Dumont nem aqui em JF, é no Brasil inteiro.

    Concordo que tenha que haver respeito para com o transeunte.

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  4. luiz Antônio de JF24 de janeiro de 2012 22:27

    A coisa também tá pegando aqui em JF.

    Foi publicado no site da TV Panorama(megaminas.com)

    Para ficar dentro da lei, é preciso pagar uma taxa para a Prefeitura, conseguir uma licença com o número máximo de mesas e cadeiras, sempre respeitando o limite máximo de ocupação. Afinal, o pedestre tem que ter espaço para passar. Mais precisamente 1,50m, ou então abrigar num recuo, que faz parte do prédio, e nem configura o uso de espaço público. Quem descumpre a lei pode pagar uma multa de R$1.300. As permissões são renovadas a cada ano e podem ser canceladas a qualquer momento, desde que configure desrespeito a lei. Com todo esse rigor, os comerciantes temem a tradição da cidade fique prejudicada.

    Enfim o problema não é particularidade de Santos Dumont e JF, é no Brasil inteiro, mas concordo que tenha que haver reaspeito com as pessoas que fazem uso das calçadas.

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  5. No meu ponto de Vista, se as mesas pudessem ocupar determinado espaço onde os carros estariam estacionados nas ruas, deixariam os passeios vagos! Em vários lugares acontecem esse tipo de coisa. Temos que pensar que todo mundo esta questionando a questão de espaço dentro do imóvel, mas essas pessoas não pagam impostos também? E se fosse acertado de pagarem impostos sobre o espaço utilizado na rua (onde existem vagas de carros) como se fossem "trailers móveis" pois as mesas respeitam o mesmo funcionamento dos mesmos. Eu por exemplo prefiro ficar ao ar "livre" do que enfurnado dentro de algum lugar, principalmente no verão. Agora pergunto e quero resposta! O que aconteceu com aqueles que demoliram o antigo Solar Mineiro? Ali era ou não patrimônio histórico? Se era, eles não podiam construir nada com fachada diferente do que era! Correto?

    Aylce Helena da Silva, gosto muito do seu site.
    Discuta a idéia de as mesas ocuparem os espaços dos carros e dos proprietários pagarem impostos referente ao espaço usado! Seria o melhor para todos! E Aguardo a resposta do meu questionamento! Estarei acompanhando o blog!

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  6. Prezado Anônimo:

    Esta sua sugestão das mesas ocuparem as vagas dos carros, deixando o passeio livre para passagem do pedestre, na minha opinião, também é uma sugestão menos drástica e que poderia agradar a todos, desde que com limites.

    No Calçadão, já foi determinado um limite para a colocação das mesas e os comerciantes foram avisados, mas não o estão respeitando e na Av. Getúlio Vargas, o passeio é um ponto de táxi...

    Quem sabe, se todos nós começarmos este debate, conseguiremos encontrar uma solução que beneficie a todos?

    Eu ouvi em um programa da Globo News (Cidades e Soluções) que as cidades devem ser pensadas para as pessoas e que os automóveis estão ocupando o espaço que é delas.

    Quanto ao imóvel demolido, à época de sua demolição, procurei saber se era um patrimônio tombado e a resposta foi que não. Novamente, questionarei esta situação.

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  7. Certo tem que ser ter um espaço para se movimentar nos passeios.. Mas pensa Santos Dumont nao tem nada se for colocada as mesas e cadeiras de forma organizada nao tem problema ? E pagar imposto pra que? para ver esta cidade o Lixo que esta! tenho Nojo se Santos Dumont e vergonha , meu carro ja furou o pneu duas vezes este mes por conta de bueiros mal acabados .. tem que fiscalizar e isto ... e nao mesinhas e cadeirinhas ...

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